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UM ANJO

Mais um anjo vai ao céu repentinamente. Tenho a impressão de que foi uma estada breve e precoce aqui na Terra. Todo o anjo chega aqui em forma de missão para homens e mulheres que serão tratados como pai e mãe.

O que me deixa triste, comovida e estarrecida é a freqüência em que esses anjos estão sendo ceifados. Indefesos, seguem até a morte sem mesmo percebê-la. Alguns são mortos por aqueles que lhe deram a vida, outros passam anos sem fim sofrendo maus tratos, ainda outros mais são abandonados nos esgotos ainda recém nascidos.

Esses anjos, puros e inocentes, crescem e nos fazem apaixonar, nos dão milhares de doses de alegria a todos os momentos, confiam nos seus adultos cuidadores e protetores como em super heróis.


Como mãe, sofro apenas por pensar na dor da mãe e da própria vítima, penso também em Deus. Sei que Ele nos criou para o melhor, foi tão generoso que nos muniu de livre-arbítrio, é tão bondoso que sempre nos resgata das lágrimas, é tão imenso que ainda deixou aqui para nos humanos e terrestres a esperança para recomeçar e continuar vivendo e resistindo a toda maldade que foi disseminada por aqui.

Tenho certeza que esses anjos estão lindos nesse momento, de mãos dadas com Deus Pai, em um maravilhoso jardim abençoado.

Este texto é um desabafo e foi postado em homenagem a vítimas como Isabella Nardoni, Joana Marins, o bebê das agulhas, a menina Crystal, a Lavínia e muitos outros.

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PREJUÍZO CULTURAL



Hoje em dia o Brasil vive o momento de um dos maiores prejuízos culturais que já puderam ser vistos em sua história. Sim. Alguns tiveram início em incidentes como incêndios ferozes que destruíram acervos completos e não deixou nenhuma esperança de restauração, outros recebem colaboração direta da população. Bem, é melhor que eu me explique.

Existem pessoas que querem entretenimento, diversão, lazer e, até mesmo, cultura. Quanto a isso, tudo bem, afinal tudo isso é um direito do cidadão. O problema começa quando os grandes empresários responsáveis pela reprodução de materiais precisam sobreviver em um país cuja cultura é colocada com luxo e para poucos e com uma rede tributária regressiva e ofensiva. O que podemos esperar de tal combinação com um citoplasma capitalista?

Daí surgem os preços impraticáveis, daí surge à seleção natural do direito de acesso a cultura. Sim senhores e senhoras, o difícil nessa história é encontrar inocentes. O espaço onde todos acreditam que ganhar e perder só tem sentido quando estamos falando em dinheiro.

É isso que está deteriorando a cultura no nosso país. Diante da dificuldade financeira imposta a maioria de consumidores de renda baixa e intermediária o jeitinho brasileiro se consolidou mais uma vez em realidade e é nessa grande teia que a pirataria no Brasil se emoldurou.

Do que adianta dizer que o povo é cretino e sem caráter por comprar produtos culturais pirateados se por outro lado não existe a boa vontade mercadológica em preparar preços adequados para esses consumidores?

Não seria mais adequado negociar isenções tributárias com o governo para que o acesso a cultura de qualidade fosse horizontalizado na sociedade?

O que tem que ser compreendido é que enquanto não se encontra solução para que produtos originais sejam mais consumidos, o mercado paralelo avança, o tumor aumenta, a fúria é incontrolável. Todos que querem buscam o produto que podem pagar, não há discussão sobre a qualidade e nem sobre a mazela que esta prática tem causado em nossa cultura.

Todos nós deveríamos ter acesso a números como a estatística que revela o quanto de postos de emprego se perderam por conta da redução da atividade cultural. Os empresários culpam os impostos e dizem que produzir no Brasil é caro, por outro lado, sabemos que o Brasil tem um mercado consumidor monstruoso para ser explorado desde que se façam os preços mais populares possíveis.

Vamos refletir, pois um dia quando dermos conta do nosso prejuízo cultural, talvez não sejamos capazes de cobri-lo. Enquanto isso, se você tem o hábito de comprar ou já comprou pelo menos um DVD ou CD pirata, se pergunte qual foi a sua principal razão, se foi preço, qualidade, facilidade, o que foi que favoreceu sua escolha?

Agora pense, qual seria o preço capaz de te convencer a comprar o original, o preço que você aceitaria pagar pelo original. Depois reflita mais um pouco e verá que não está tão distante assim. O que falta no nosso país é uma consciência social de coletivo, é entender que uma decisão minha pode prejudicar uma outra pessoa e assim por diante.

Tenho certeza que todos nós, a brava gente brasileira, preferiríamos pagar pelo produto original que gera empregos e aquece a economia do que pagar pelo produto marginal desqualificado. Infelizmente, nos dias de hoje, somos roubados duas vezes, ou seja, das duas maneiras, se compro pirata fomento o crime organizado, se compro original pago um preço exorbitante que mais parece um assalto e, se fico sem comprar sou alijado do acesso a cultura que é um direito meu.

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CRIMINALIZAR OU REGULAMENTAR?


Por que será que os baloeiros insistem em manter a tradição que oferece tanto risco para a sociedade?



Toda brincadeira, festa ou tradição que represente ameaça deve ser, no mínimo, repensada. Tenho observado o esforço da mídia em mostrar o lado perigoso do lazer da soltura de balões e, em meio a tudo isso, ouço o depoimento de baloeiros fanáticos que insistem em defender essa arte sem, no entanto, ter controle sobre a mesma.



Acho que não adianta discutir. Para quem já vivenciou os males causados pela prática de soltura de balões como eu, que a um ano e meio atrás, presenciei um acidente em um prédio residencial incendiado após ter sido atingido por um balão, deixando uma vítima fatal, não entende que não há arte nisso.



Segundo o programa Câmera Record de 28 de junho, a lei que criminaliza a soltura de balões, já completou 10 anos, mas na verdade a lei tem 12 anos, pois data do ano de 1998. Os baloeiros alegam que ao invés de criminalizar seria correto regulamentar essa prática.
Lei 9.605/98


Seção II



Dos Crimes contra a Flora



Art. 42. Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano:



Pena - detenção de um a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.



Será que regulamentar significa ter controle de onde o balão vai cair, senão em uma residência, uma indústria, aeroporto ou rodovia?



Do momento que os baloeiros não se responsabilizam pelos danos que suas artes causam ou podem causar, eles não podem garantir que seu lazer prejudique o próximo, não merecem nem prerrogativa de defesa, pois são conscientes dos riscos.



É importante destacar que a lei não funciona sozinha, é necessário fiscalização e muito trabalho de inteligência, como o do Batalhão Florestal da cidade do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiro de São Paulo, que apelam para que a sociedade participe desse ato denunciando os artistas incompetentes.



Os balões só poderão ser permitidos quando criarem uma espécie de chip que, ao ser colocado no mesmo, garantirá que o balão só cairia em condições seguras, apagado, sem invadir o espaço aéreo, no mar e sem atingir nenhum barquinho. Por enquanto, acho impossível!



Denúncias no Rio de Janeiro



0800-618080 ou 2253-1177.

Denunciar vale recompensa!!!!!

Lei a também

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O QUE UMA GARRAFA PODE FAZER?


Hoje estava passeando pelos canais da TV, pela manhã, quando passei pelo canal que exibia um prêmio de Fórmula 1, o GP da Europa que ocorreu em Valência na Espanha. Carrinho vai, carrinho vem, as voltas foram sendo completadas enquanto Galvão narrava as possibilidades de classificação dos pilotos e suas equipes.



Por volta da metade da corrida, um piloto solicita a interrupção da mesma, pois havia avistado uma garrafa na pista, uma garrafa que havia sido lançada por alguém que estava nas arquibancadas.



Daí me coloquei a pensar: quem se dá ao luxo de pagar tão caro para apreciar um prêmio automobilístico e tem uma alma tão pequena ao ponto de lançar um objeto na pista? Quem faz uma coisa dessas está esperando o quê como conseqüência desse ato?



Foi dessa forma que comecei a pensar como o ser humano, um dos animais mais completos do mundo, pode ser tão ruim, tão pequeno e tão vil. A garrafa não poderia de forma alguma ir parar no meio da pista sozinha senão pela ação do homem, ou melhor, senão pela maldade de um homem.



Infelizmente é essa a maldade que influencia muitos no mundo, a maldade movida pelo desrespeito, pela necessidade satirizar mesmo quando expõe muitos ao risco de morte. Na minha concepção, no mínimo essa pessoa deveria ser identificada e ser obrigada a fazer alguma coisa benéfica para a sociedade.



Aproveito para mandar um recado aqueles que acham que só no Brasil existem coisas ruins, vejam bem o prêmio foi na Espanha, Europa onde para muitas pessoas residem os mais bem educados. Mas como a maldade independe do nível de instrução de cada um, me ponho a perguntar: o que uma garrafa poderia fazer no meio da pista do GP de hoje?

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ESTATUTO INVERTEBRADO



O Estatuto da Igualdade Racial, cujo texto foi aprovado pelo Senado no último dia 16, perdeu sua coluna vertebral afirmou Jacira da Silva, coordenadora do Movimento Negro Unificado (MNU). Isto se deu em função dos reparos que o Estatuto original teve de sofrer para agradar a gregos e troianos.



É preciso ter muita coragem para se falar de cor no Brasil. Os covardes insistem em afirmar que não há mais preconceito e que diante de séculos de miscigenação o país se tornou um país de uma só tribo, uma só raça e uma cor própria.



Iludidos são todos os que acreditam nisso. Para aqueles que estão fora do grupo de risco do preconceito por ter nascidos da cor do colonizador jamais saberão e sentirão o que o preconceito promove ao eu psicológico de quem o sofre.



Aqueles que já se acostumaram a olhares desconfiados, a desaprovação ou a ser chamado de feio por ter feições diferentes sabe muito bem que o fantasma rudimentar da época do Brasil escravista está aí sim e sabemos também o porquê. O homem que assinou a libertação o fez por razões muito mais econômicas e comerciais do que por razões sociais e filosóficas, que deveriam incentivar todo o processo.



O Estatuto recente foi modificado, pois o Estado temeu ser condenado a pagar indenizações por maus tratos seculares, o que não iriam de forma alguma isentar da dor a população que aqui viveu 300 anos de cativeiro tortuoso e vicioso.



O Brasil é racista sim e quem freqüenta programas de auditório bem sabe disso, já que os de cor não podem sentar na primeira fila. Devo ressaltar que ser racista ou não é uma questão de opção, ninguém é pressionado, a pessoa ou instituição simplesmente escolhe.



Eu escolhi por não perceber a cor da pessoa e sim o caráter e foi dessa forma que venho me relacionando, seja profissionalmente ou intimamente, ao longo de minha vida. É fato a cor da pele não constrói o caráter. No âmbito da pesquisa populacional e social, ao qual pertenço, existe um item chamado de perspectiva de cor ou raça e descobriu-se que cor é uma questão de percepção, de autodeclaração. Dessa forma não é quem vê que dita a cor do outro, mas é o indivíduo que autodeclara como se vê, como se sente, como se interpreta.



Sei que nosso país já passou por avanços, como por exemplo, a retirada da perspectiva de cor ou raça da certidão de nascimento e da identidade ou carteira profissional, mas infelizmente, ainda existe muito cartão de vacinação de crianças que contém este item.



No que diz respeito ao conteúdo político do Estatuto vimos ser retirados pontos importantes que constituíam e identificavam o documento, como as políticas de saúde.



Discriminação e disparidades que envolvem preconceito racial formam a questão etnorracial que abomina, que atrapalha e ao mesmo tempo deixa a maioria negra de fora de muitos setores nesse país.



Eu tenho um sonho, o sonho da equidade, o sonho da raça humana se enxergar como igual, de oportunidades iguais e de sonhos reais, mas para realizar esse sonho é preciso que toda uma sociedade e todo um país tenham coragem.


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A MULHER INVISÍVEL


Trago para discussão mais um drama familiar. A mulher invisível. Você sabe quem ela é? Você sabe quais são suas atribuições? Duvido. Duvido porque ela está sempre ali, mas as pessoas esquecem, não sabem, não vêem. Você tem uma mulher invisível em casa? Aposto que sim. Cerca de 80% das famílias brasileiras tem. Não estou dando uma de esquizofrênica como o Selton Mello no filme, e nem tão pouco estou tratando de mulheres esteticamente perfeitas como Jessica Alba e Luana Piovani.

Menciono as mulheres que hoje vivem tolhidas de direitos, sonhos e capacidades para gerar o conforto de sua família. Mulheres que pensam tanto em manter o equilíbrio e a ordem familiar que acabam se tornando invisíveis aos olhos dos seus entes mais queridos. Quantos filhos, filhas e maridos não valorizam aquele chão limpinho, o lençol cheiroso, a louça lavada e a comida fresca? Quantos não sabem nem como se limpa ou quando foi limpo. A mulher invisível é completa. Ela não falha. Ela contém um pouco do todo necessário.

De outro lado esta o chauvinismo machista. Nesta concepção, a mulher invisível é uma patologia psíquica que, ao contrário do cinema, eles não querem ver. Fazem questão de esquecer. Quanto mais submissa e silenciosa melhor. O sonho chauvinista é a mulher invisível conformada, convicta de sua posição mais simples no seio da família. O serviço geral, a “faz tudo”.

Pois saibam, ninguém merece a invisibilidade se assim não desejar. Implante em sua consciência que a mulher invisível não deve ser uma patologia que aniquila a identidade da dona de casa brasileira. A mulher invisível deve seguir a tradição dos quadrinhos e ser a super heroína.

Não existe receita pronta, o importante é que você encontre a melhor forma de se fazer aparecer, de se fazer apreciar e, acima de tudo, de se fazer respeitar. Não seja invisível e nem deixe a vida passar por você plantada no ambiente de seu domicílio. Não tenha medo de descobertas e desafios. Por muitas vezes as pessoas que vivem lá fora podem ser menos cruel com você do que as pessoas que você cuida com tanto esmero.

Por isso meu lema é: apareça, cresça, incomode. Sinta-se como uma Diva ou até mesmo uma Deusa, pois é isso que você é.





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A TROCA MARCOU, FOI DESFEITA, E AINDA DEIXOU MARCAS!








Bebês com um ano de idade foram destrocados em Goiânia.



Vamos refletir...



Guiando nossa análise pelos acontecimentos da vida de um bebê até seu primeiro ano de vida dá para imaginar um pouco, mas só um pouquinho da dor dessas famílias. Os primeiros chorinhos, as vacinas, o parabéns pra você todos os meses, as visitas ao pediatra, a primeira febre, o primeiro abraço...



A tentativa de consertar as coisas é a tentativa burocrática para amenizar a dor. A bagunça já foi feita. A situação agora é idêntica a de um vaso de porcelana fina e cara que se quebrou acidentalmente e foi colado, pedacinho por pedacinho, não adianta, já não é o mesmo vaso!



A vida dos bebês e de suas famílias tem um valor inenarrável, pelo menos aos olhos daqueles quem tem e fazem uso do seu coração. É preciso esclarecer que não é permitido errar com vidas. Quero muito entender e saber além da notícia. Não me conformo apenas com a destroca e o acompanhamento psicológico. Quero que me dêem conta da mazela, preciso muito saber que fim levou quem errou, quem trocou, quem brincou com sentimentos tão profundos.



Não vou engolir o papo de que errar é humano. Acontece que no Brasil a troca de bebês já é endêmica, patológica. Temos que apurar responsabilidades, temos que cobrar atribuições. Não é possível que a sociedade se sacie apenas com a destroca dos inocentes, daqueles que foram tolhidos de seus direitos já nos primeiros momentos de vida.



Nesse desabafo proponho outra troca. Aqueles que erraram, que foram negligentes poderiam trocar o conforto de suas casas pela realidade do sistema penitenciário, e mesmo assim, não sofreriam a dor que estas famílias estão sofrendo.

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TROCA QUE MARCA








Já estamos praticamente acostumados com notícias de bebês que foram trocados na maternidade. O que não se consegue mostrar é o tamanho e o grau da seqüela que marcará para sempre a vida dos pais e dos bebês envolvidos, mesmo que o fato da troca não seja esclarecido.


O que acho absurdo é que deve ser muito mais difícil trocar um bebê do que deixá-lo pertencer a quem de fato o gerou. Isto porque exige todo um trabalho, como: não ler os nomes nas pulseirinhas, ou colocar os nomes errados e etc.


Tudo está errado, mas ainda fica bem quando a família, pelo menos, recebe um bebê. O pior acontece quando decidem não entregar o bebê deixando a família de braços vazios e coração atormentado.


Você já pensou como reagiria se passasse por isso? Bom, aqui pensando com meus botões questionei: a quem recorrer? Ir à delegacia de polícia? Porém, antes disso os pais devem saber como comprovar tal troca. Então, como solicitar o exame de DNA? O que não quero pensar é como isso fora feito no passado, sem a opção do teste, as famílias eram obrigadas a viver com a eterna dúvida.


Agora, após a minha segunda experiência de maternidade fiquei atenta a um detalhe. A maternidade onde tal problema se instaura precisa ser repleta de negligência, imprudência e até mesmo imperícia. Estes configuram os fatores que caracterizam a culpa, pois para uma troca ser realizada se faz necessário que a maior parte do procedimento do nascimento, ou seja, o parto tenha sido mal gerido pela equipe médica, de enfermagem ou de ambas ao ponto do preenchimento da declaração de nascido vivo ter sido feito provavelmente errado.
A questão a ser levantada é: o que fazer?


Ouso responder. Para as trocas realizadas e comprovadas é necessário tratar as duas famílias envolvidas e tentar destrocar. Para as trocas não comprovadas não há jeito e, para que outras não ocorram é necessário reciclar todos os profissionais diretamente envolvidos com o momento do parto e transporte do bebê entre o quarto e o berçário e ainda restruturar todas as maternidades.



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